“Contudo, tenham cuidado para que o exercício da liberdade de vocês não se torne uma pedra de tropeço para os fracos”
I Coríntios 8.9 NVI (Nova Versão Internacional)
I Carta aos Coríntios (Liberdade minha ou sua?)
Será que há algumas coisas que podem ser certas para uns e erradas para outras? Por incrível que pareça, às vezes sim! Você já notou o quanto é fácil aplicar um mandamento na vida do outros? Geralmente os erros só ficam claros quando são “os outros” que o praticam! “Se eu fizer não é errado, mas se for você...”
É certo que facilmente podemos notar muitas diferenças ideológicas entre as comunidades cristãs. Também é certo que facilmente tecemos uma série de julgamentos quando estamos no convívio de nossos trabalhos, escolas, família, e por ai vai! Chegamos a ser “pedra de tropeço” para pessoas, que de certa forma pertencem ao nosso círculo de convívio. Imagine então como reagimos com aqueles que não pertencem e, conseqüentemente, não partilham da maioria de nossos princípios! Será que tal comportamento agrada o Senhor?
Para alguns a consciência se sente livre para certas práticas, para outros já há considerável peso. Como reagir a essa desigualdade sem ser um “tropeço” na vida do meu próximo? Quais são os parâmetros, já que até mesmo no exercício de minha liberdade eu posso levar meu próximo a pecar?
O apóstolo Paulo deixou-nos diversos ensinos sobre a tolerância que devemos ter para com os fracos na fé. Ele mesmo ressaltou que todos somos “pecadores” e igualmente carentes da misericórdia de Deus. Uma vez que estamos conscientes de nossas fraquezas e da necessidade da Graça de Deus, reavaliamos nossa liberdade em função de nosso próximo.
O peso da culpa é terrível! E Paulo mostrava que nossos comportamentos precisam levar em conta a influência que exercemos sobre as outras pessoas. No contexto de hoje, alguns se davam a certas ocasiões e não observavam que outros seguiam seus exemplos. Ter cuidado e zelo para com o nosso próximo é uma das formas de mostrar a nossa gratidão a Deus e manifestar a transformação que Ele produz em nós! Pense nisto e verdadeiramente “ame ao seu próximo”.
Boa Quinta
22 de out. de 2009
21 de out. de 2009
“Quem não tem o Espírito não aceita as coisas que vêm do Espírito de Deus, pois lhe são loucura; e não é capaz de entendê-las, porque elas são discernidas espiritualmente”
I Coríntios 2.14 NVI (Nova Versão Internacional)
I Carta aos Coríntios (Quem é louco?)
Outro dia vi um vídeo que era uma filmagem do tráfego em uma ponte. Estava chovendo muito e algumas pessoas conversavam (ou discutiam) junto aos seus veículos. Não sei por que estavam parados ali, mas o trânsito fluía enquanto conversavam. Subitamente, um carro que passava se desgovernou e derrapou na direção daquelas pessoas que estavam paradas na lateral da ponte. Um rapaz fugiu numa direção e o outro nem teve tempo, apenas deu um pulinho para frente e escapou do impacto por apenas alguns centímetros. Aquele rapaz “nasceu de novo”. Não havia espaço para fuga e nem mesmo tempo, mas um simples pulo (reflexo) foi suficiente para livrá-lo.
Talvez para nós “público” não seja tão impressionante assim, mas seguramente para aquele rapaz a experiência tem outro sentido! Ele deve compreender o significado deste “nascer de novo”! Talvez esse nascer de novo se resuma a “escapar da morte”, mas não deixa de ser verdade, mas será que ele se tornou um “novo homem”? Que significado tem o “nascer de novo” para você? Ou será que isso não existe?
Em se tratando de vida com Deus, essa história de “nascer de novo” dá nó no cérebro daqueles que ainda não passaram pela experiência do Espírito Santo de Deus. Por isso dizem se tratar de loucura, coisa de fanáticos. Como é que você vê essa “novidade de vida”? Loucura?
É sobre isso que o apóstolo Paulo falava no versículo de hoje. As ações, os milagres, os sinais, do Espírito Santo de Deus não estão sujeitos a ciência ou a lógica humana. É a revelação que o Espírito trás ao coração do homem é que se entende como sendo a Verdadeira Sabedoria, é o discernir espiritual.
Vemos Jó reconhecendo o discernimento espiritual quando disse: “Eu sei que meu Redentor vive e que por fim se levantará sobre a terra. E depois de consumida a minha pele, ainda em minha carne verei a Deus” (Jó 19.25-26). Quem tem o Espírito tem a plena certeza de que o mesmo Deus é por nós, seja na bonança seja nas tribulações neste mundo caído. No seu dia-a-dia consegue perceber a presença de Deus? Ou as circunstâncias são mais palpáveis para você? Busque o Senhor e Ele trará Luz ao seu coração. Pense nisto.
Boa Quarta
“Se alguém julga saber alguma coisa, com efeito, não aprendeu ainda como convém saber. Mas, se alguém ama a Deus, esse é conhecido por Ele”
I Coríntios 8.2-3 Genebra (Revista e Atualizada)
I Carta aos Coríntios (Você é arrogante?)
Você sabia que é há uma relação entre arrogância e idolatria? Arrogante é a “qualidade ou caráter de quem, por suposta superioridade moral, social, intelectual ou de comportamento, assume atitude prepotente ou de desprezo com relação aos outros”. Já consegue visualizar a relação? Sutilmente o arrogante cultua a si mesmo!
Talvez se lhe fosse perguntando quem é mais importante, a si próprio ou o Senhor, provavelmente diria que é o Senhor. Mas na prática talvez não seja bem isso! Desobedecemos, ou melhor, pecamos, quando o próprio “eu” tem a preferência em tudo. Isso se chama idolatria, pois está sendo mais importante do que Deus! Percebe?
No capitulo de hoje o apóstolo trata de arrogância e idolatria, porém não necessariamente está fazendo a relação que quero ressaltar, pois ele dá ênfases diferentes em cada ponto. Com relação à idolatria, Paulo fala num contexto mais especifico a situação daquela igreja. Sendo assim, quero refletir com você hoje apenas sobre o aspecto da arrogância. Veja que logo de início o apóstolo começa a tratar deste pecado exclusivamente.
Percebemos que o fato gerador da orientação de Paulo era o comportamento de alguns naquela comunidade, pois davam falso testemunho (sendo arrogante) diante de outros mais fracos, levando-os a pecar.
Quando pensamos no nosso dia-a-dia, facilmente podemos ver inúmeras sugestões que culminam no pecado da arrogância. “Você pode, você deve, você é melhor, aproveite você a oportunidade, porque ele pode e você não, ...” e por ai vai. A vaidade, o orgulho e a prepotência são as colunas que sustentam a idolatria mascarada pela tal da “arrogância”.
Se você é tão bom assim, se é tão esperto mesmo, então seu principal investimento é na comunhão com o Deus. Se isso não está acontecendo, sugiro que você reavalie quem é o seu Senhor. Lembre-se que somente pela “graça de Deus” é que somos o somos, então a Ele toda honra e toda glória. Pense nisto.
Boa Terça
“Assim, digo àqueles que não são casados, e às viúvas – é melhor que fiquem sem se casar, se puderem, tal como eu. Entretanto, se não puderem controlar-se sigam adiante e casem-se. É melhor casar-se do que arder em desejo”
I Coríntios 7.8-9 Viva
I Carta aos Coríntios (O compromisso é com quem?)
Uma moça disse ao seu namorado: “Nem pense em ir solteiro à festa”! Não sei que fim levou essa conversa, mas fiquei por entender o motivo pelo qual a moça usou a palavra “solteiro” ao invés de “sozinho”, se bem que isso não mudaria muita coisa naquela conversa! O que será que a fez pensar que a ausência dela torna o companheiro “solteiro”? Por acaso é assim que você age nos seus relacionamentos? Em minha opinião, essa insegurança é inadmissível no casamento e, sinceramente, não me sentiria confortável com essa situação nem mesmo no namoro!
Hoje em dia parece que é normal essa dúvida, há tantas “ofertas” masculinas e femininas que as pessoas se sentem constantemente ameaçadas. Essa ansiedade denota que o Senhor não foi envolvido (e nem está sendo) nas decisões do casal. Onde está o Senhor nesta história toda?
É certo que a grande maioria se lembra do Senhor apenas quando a “desgraça” está feita. Pois dificilmente pedem força a Deus para não ficarem cegos diante dos “supostos” bons momentos. Pensando nisto, creio que é “infinitamente” mais importante lhe perguntar: Quem é o Senhor da sua vida?
A conversa parece ter tomado outro rumo, mas não tomou. Tem tudo a ver! Veja, o apóstolo Paulo parece ficar dando voltas neste capitulo sete de Coríntios, mas visualiza o perigo e sabe bem o que pode e o que não pode comprometer sua intimidade com o Senhor Deus. Eu faço um resumo bem simplista dizendo: “Solteiros e viúvos têm mais flexibilidade em servir a Deus. Enquanto que o casado já recebeu do Senhor pelo menos um ministério (uma responsabilidade) – sua esposa e filhos”. Percebe? Não há aqui uma lei quanto a casar-se ou não, mas há um compromisso firmado diante de Deus o qual Ele mesmo nos dá a responsabilidade!
Se você também visualizar desta forma verá que não tem como dizer taxativamente que essa condição ou aquela é melhor (solteiro ou casado), pois isso depende da resposta à pergunta: Quem é o Senhor da sua vida? Há quem esteja solteiro ou viúvo e não possua domínio próprio e vive pecando contra Deus. Mas também há casados que se tornam “solteiros” na ausência do cônjuge (ou até mesmo na presença) e também pecam contra Deus. Pense sobre o versículo de hoje, deixe o Espírito de Deus falar ao seu coração. Defina hoje mesmo, independentemente de seu estado civil, quem é o Senhor de sua vida? Pense nisto.
Boa Segunda
I Coríntios 2.14 NVI (Nova Versão Internacional)
I Carta aos Coríntios (Quem é louco?)
Outro dia vi um vídeo que era uma filmagem do tráfego em uma ponte. Estava chovendo muito e algumas pessoas conversavam (ou discutiam) junto aos seus veículos. Não sei por que estavam parados ali, mas o trânsito fluía enquanto conversavam. Subitamente, um carro que passava se desgovernou e derrapou na direção daquelas pessoas que estavam paradas na lateral da ponte. Um rapaz fugiu numa direção e o outro nem teve tempo, apenas deu um pulinho para frente e escapou do impacto por apenas alguns centímetros. Aquele rapaz “nasceu de novo”. Não havia espaço para fuga e nem mesmo tempo, mas um simples pulo (reflexo) foi suficiente para livrá-lo.
Talvez para nós “público” não seja tão impressionante assim, mas seguramente para aquele rapaz a experiência tem outro sentido! Ele deve compreender o significado deste “nascer de novo”! Talvez esse nascer de novo se resuma a “escapar da morte”, mas não deixa de ser verdade, mas será que ele se tornou um “novo homem”? Que significado tem o “nascer de novo” para você? Ou será que isso não existe?
Em se tratando de vida com Deus, essa história de “nascer de novo” dá nó no cérebro daqueles que ainda não passaram pela experiência do Espírito Santo de Deus. Por isso dizem se tratar de loucura, coisa de fanáticos. Como é que você vê essa “novidade de vida”? Loucura?
É sobre isso que o apóstolo Paulo falava no versículo de hoje. As ações, os milagres, os sinais, do Espírito Santo de Deus não estão sujeitos a ciência ou a lógica humana. É a revelação que o Espírito trás ao coração do homem é que se entende como sendo a Verdadeira Sabedoria, é o discernir espiritual.
Vemos Jó reconhecendo o discernimento espiritual quando disse: “Eu sei que meu Redentor vive e que por fim se levantará sobre a terra. E depois de consumida a minha pele, ainda em minha carne verei a Deus” (Jó 19.25-26). Quem tem o Espírito tem a plena certeza de que o mesmo Deus é por nós, seja na bonança seja nas tribulações neste mundo caído. No seu dia-a-dia consegue perceber a presença de Deus? Ou as circunstâncias são mais palpáveis para você? Busque o Senhor e Ele trará Luz ao seu coração. Pense nisto.
Boa Quarta
“Se alguém julga saber alguma coisa, com efeito, não aprendeu ainda como convém saber. Mas, se alguém ama a Deus, esse é conhecido por Ele”
I Coríntios 8.2-3 Genebra (Revista e Atualizada)
I Carta aos Coríntios (Você é arrogante?)
Você sabia que é há uma relação entre arrogância e idolatria? Arrogante é a “qualidade ou caráter de quem, por suposta superioridade moral, social, intelectual ou de comportamento, assume atitude prepotente ou de desprezo com relação aos outros”. Já consegue visualizar a relação? Sutilmente o arrogante cultua a si mesmo!
Talvez se lhe fosse perguntando quem é mais importante, a si próprio ou o Senhor, provavelmente diria que é o Senhor. Mas na prática talvez não seja bem isso! Desobedecemos, ou melhor, pecamos, quando o próprio “eu” tem a preferência em tudo. Isso se chama idolatria, pois está sendo mais importante do que Deus! Percebe?
No capitulo de hoje o apóstolo trata de arrogância e idolatria, porém não necessariamente está fazendo a relação que quero ressaltar, pois ele dá ênfases diferentes em cada ponto. Com relação à idolatria, Paulo fala num contexto mais especifico a situação daquela igreja. Sendo assim, quero refletir com você hoje apenas sobre o aspecto da arrogância. Veja que logo de início o apóstolo começa a tratar deste pecado exclusivamente.
Percebemos que o fato gerador da orientação de Paulo era o comportamento de alguns naquela comunidade, pois davam falso testemunho (sendo arrogante) diante de outros mais fracos, levando-os a pecar.
Quando pensamos no nosso dia-a-dia, facilmente podemos ver inúmeras sugestões que culminam no pecado da arrogância. “Você pode, você deve, você é melhor, aproveite você a oportunidade, porque ele pode e você não, ...” e por ai vai. A vaidade, o orgulho e a prepotência são as colunas que sustentam a idolatria mascarada pela tal da “arrogância”.
Se você é tão bom assim, se é tão esperto mesmo, então seu principal investimento é na comunhão com o Deus. Se isso não está acontecendo, sugiro que você reavalie quem é o seu Senhor. Lembre-se que somente pela “graça de Deus” é que somos o somos, então a Ele toda honra e toda glória. Pense nisto.
Boa Terça
“Assim, digo àqueles que não são casados, e às viúvas – é melhor que fiquem sem se casar, se puderem, tal como eu. Entretanto, se não puderem controlar-se sigam adiante e casem-se. É melhor casar-se do que arder em desejo”
I Coríntios 7.8-9 Viva
I Carta aos Coríntios (O compromisso é com quem?)
Uma moça disse ao seu namorado: “Nem pense em ir solteiro à festa”! Não sei que fim levou essa conversa, mas fiquei por entender o motivo pelo qual a moça usou a palavra “solteiro” ao invés de “sozinho”, se bem que isso não mudaria muita coisa naquela conversa! O que será que a fez pensar que a ausência dela torna o companheiro “solteiro”? Por acaso é assim que você age nos seus relacionamentos? Em minha opinião, essa insegurança é inadmissível no casamento e, sinceramente, não me sentiria confortável com essa situação nem mesmo no namoro!
Hoje em dia parece que é normal essa dúvida, há tantas “ofertas” masculinas e femininas que as pessoas se sentem constantemente ameaçadas. Essa ansiedade denota que o Senhor não foi envolvido (e nem está sendo) nas decisões do casal. Onde está o Senhor nesta história toda?
É certo que a grande maioria se lembra do Senhor apenas quando a “desgraça” está feita. Pois dificilmente pedem força a Deus para não ficarem cegos diante dos “supostos” bons momentos. Pensando nisto, creio que é “infinitamente” mais importante lhe perguntar: Quem é o Senhor da sua vida?
A conversa parece ter tomado outro rumo, mas não tomou. Tem tudo a ver! Veja, o apóstolo Paulo parece ficar dando voltas neste capitulo sete de Coríntios, mas visualiza o perigo e sabe bem o que pode e o que não pode comprometer sua intimidade com o Senhor Deus. Eu faço um resumo bem simplista dizendo: “Solteiros e viúvos têm mais flexibilidade em servir a Deus. Enquanto que o casado já recebeu do Senhor pelo menos um ministério (uma responsabilidade) – sua esposa e filhos”. Percebe? Não há aqui uma lei quanto a casar-se ou não, mas há um compromisso firmado diante de Deus o qual Ele mesmo nos dá a responsabilidade!
Se você também visualizar desta forma verá que não tem como dizer taxativamente que essa condição ou aquela é melhor (solteiro ou casado), pois isso depende da resposta à pergunta: Quem é o Senhor da sua vida? Há quem esteja solteiro ou viúvo e não possua domínio próprio e vive pecando contra Deus. Mas também há casados que se tornam “solteiros” na ausência do cônjuge (ou até mesmo na presença) e também pecam contra Deus. Pense sobre o versículo de hoje, deixe o Espírito de Deus falar ao seu coração. Defina hoje mesmo, independentemente de seu estado civil, quem é o Senhor de sua vida? Pense nisto.
Boa Segunda
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