“Amado, acima de tudo, faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma”.
III João 1.2 Almeida Revista e Atualizada (www.sbb.org.br)
III Carta de João (Você está bem mesmo?)
Há na teologia duas linhas de pensamento que acho bem interessante: dicotomia e tricotomia. Já ouviu falar? Elas falam a respeito da constituição do ser, do homem (do ponto de vista da teologia). É lógico que essas são apenas simples observações, pois o assunto é bem complexo.
Resumindo, ambas dizem respeito da natureza do homem no que tange a sua divisão. Assim, a dicotomia diz que a natureza do homem é divida em corpo e alma. E a tricotomia que o homem é corpo, alma e espírito.
Durante um tempo quebrei a cabeça com esses assuntos, porque são indiscutivelmente importantes! Avaliando o que seria mais importante, aprendi a fazer o seguinte questionamento: Esse saber tem qual aplicação prática no meu dia-a-dia? Minha vida com Deus muda alguma coisa com isso? Onde serei edificado? Não estou querendo dizer que não se aplica em nada nas nossas vidas, pois até já citei que é um assunto importante, mas quero ressaltar que há outros aspectos de nossa vida espiritual que merecem maior atenção, por exemplo: “como está minha vida com o Senhor Jesus ou quem Ele é na minha vida”? Percebe?
Não sei dizer se o apóstolo João era dicotômico ou tricotômico, mas vejo no texto de hoje que ele sabia bem o valor da saúde espiritual e também da saúde física. Com qual parte você se preocupa mais?
Esta carta foi destinada a Gaio e o apóstolo João deixa claro que se tratava de um homem temente a Deus. A introdução desta carta mostra que o relacionamento cristão tem por base um amor verdadeiro e profundo. Um amor que tem como prioridade apresentar solução à necessidade mais íntima do ser humano – conhecer o Senhor Jesus. Esse amor não deixa de se preocupar com as demais necessidades do homem. Esse amor zela do aspecto espiritual (prioridade), mas não deixa de dar a “correta” atenção à natural.
Meu desejo neste novo dia, assim como o desejo do apóstolo para com Gaio, é que você esteja bem de saúde (Em Nome de Jesus), mas que independentemente da condição física, que esteja bem com o Senhor Ressurreto, o Autor e Consumador da vida. Verifique se o seu amor pelo próximo é um amor cristão! Lembre-se, só há verdadeiro amor se houver participação. Pense nisto.
Boa Quinta
2 de set. de 2009
“Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho”.
II João 1.9 Almeida Revista e Atualizada (www.sbb.org.br)
II Carta de João (Acima da Lei, é possível?)
Em certo filme que vi, tive uma melhor impressão sobre a superficialidade no relacionamento que melhor se define com a palavra “cumplicidade”. Noutra oportunidade disse que “eu” sempre associo cumplicidade aos maus, e que se contrapõe ao sentido prático da palavra “amizade”.
Era um filme que se passava na penitenciaria onde o contexto ressaltava a rivalidade entre os diferentes grupos (gangues). Até os policiais “ali naquela história”, são se mantinham (perseveravam) na lei. Na visão deles (policiais) suas regras era uma “lei aperfeiçoada”, ou seja, eles estavam acima da lei. Em sua opinião, que nome se dá àqueles que “aperfeiçoam” a lei e que geralmente o fazem em beneficio próprio? Para mim só tem um nome: criminoso, fora da lei!
Algo que ficou claro também é que perseverar, seguir até o fim revela quem faz parte ou não, se pertence ao grupo idealizador ou não. Percebe? Até mesmo entre os maus isso pode ser constatado. No filme, um dos policiais (com crise de consciência), arruma a desculpa de ir para a biblioteca quando em um momento da execução de um detento. Ele outras palavras ele disse: “não farei parte disso”. Ele não permaneceu no mal, ele não perseverou naquele propósito.
Não quero dizer que este gesto o inocenta dos outros crimes cometidos, apenas demonstro que a perseverança revela o verdadeiro participante.
O Senhor Deus disse: “Se o Meu povo, que se chama pelo Meu Nome...”. Observe que Deus mostra que tem seguidores fiéis. E segue dizendo: “... [o povo de Deus] me buscar de todo o coração, Eu os ouvirei e os [socorrerei]...”
Hoje é tempo de endireitar os seus caminhos, se reconciliar com o Pai através da fé no Filho. Perseverar neste propósito o fará participantes deste Nação Santa, povo Eleito. Pense nisto.
Boa Quarta
II João 1.9 Almeida Revista e Atualizada (www.sbb.org.br)
II Carta de João (Acima da Lei, é possível?)
Em certo filme que vi, tive uma melhor impressão sobre a superficialidade no relacionamento que melhor se define com a palavra “cumplicidade”. Noutra oportunidade disse que “eu” sempre associo cumplicidade aos maus, e que se contrapõe ao sentido prático da palavra “amizade”.
Era um filme que se passava na penitenciaria onde o contexto ressaltava a rivalidade entre os diferentes grupos (gangues). Até os policiais “ali naquela história”, são se mantinham (perseveravam) na lei. Na visão deles (policiais) suas regras era uma “lei aperfeiçoada”, ou seja, eles estavam acima da lei. Em sua opinião, que nome se dá àqueles que “aperfeiçoam” a lei e que geralmente o fazem em beneficio próprio? Para mim só tem um nome: criminoso, fora da lei!
Algo que ficou claro também é que perseverar, seguir até o fim revela quem faz parte ou não, se pertence ao grupo idealizador ou não. Percebe? Até mesmo entre os maus isso pode ser constatado. No filme, um dos policiais (com crise de consciência), arruma a desculpa de ir para a biblioteca quando em um momento da execução de um detento. Ele outras palavras ele disse: “não farei parte disso”. Ele não permaneceu no mal, ele não perseverou naquele propósito.
Não quero dizer que este gesto o inocenta dos outros crimes cometidos, apenas demonstro que a perseverança revela o verdadeiro participante.
O Senhor Deus disse: “Se o Meu povo, que se chama pelo Meu Nome...”. Observe que Deus mostra que tem seguidores fiéis. E segue dizendo: “... [o povo de Deus] me buscar de todo o coração, Eu os ouvirei e os [socorrerei]...”
Hoje é tempo de endireitar os seus caminhos, se reconciliar com o Pai através da fé no Filho. Perseverar neste propósito o fará participantes deste Nação Santa, povo Eleito. Pense nisto.
Boa Quarta
1 de set. de 2009
“Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho”.
II João 1.9 Almeida Revista e Atualizada (www.sbb.org.br)
II Carta de João (Acima da Lei, é possível?)
Em certo filme que vi, tive uma melhor impressão sobre a superficialidade no relacionamento que melhor se define com a palavra “cumplicidade”. Noutra oportunidade disse que “eu” sempre associo cumplicidade aos maus, e que se contrapõe ao sentido prático da palavra “amizade”.
Era um filme que se passava na penitenciaria onde o contexto ressaltava a rivalidade entre os diferentes grupos (gangues). Até os policiais “ali naquela história”, são se mantinham (perseveravam) na lei. Na visão deles (policiais) suas regras era uma “lei aperfeiçoada”, ou seja, eles estavam acima da lei. Em sua opinião, que nome se dá àqueles que “aperfeiçoam” a lei e que geralmente o fazem em beneficio próprio? Para mim só tem um nome: criminoso, fora da lei!
Algo que ficou claro também é que perseverar, seguir até o fim revela quem faz parte ou não, se pertence ao grupo idealizador ou não. Percebe? Até mesmo entre os maus isso pode ser constatado. No filme, um dos policiais (com crise de consciência), arruma a desculpa de ir para a biblioteca quando em um momento da execução de um detento. Ele outras palavras ele disse: “não farei parte disso”. Ele não permaneceu no mal, ele não perseverou naquele propósito.
Não quero dizer que este gesto o inocenta dos outros crimes cometidos, apenas demonstro que a perseverança revela o verdadeiro participante.
O Senhor Deus disse: “Se o Meu povo, que se chama pelo Meu Nome...”. Observe que Deus mostra que tem seguidores fiéis. E segue dizendo: “... [o povo de Deus] me buscar de todo o coração, Eu os ouvirei e os [socorrerei]...”
Hoje é tempo de endireitar os seus caminhos, se reconciliar com o Pai através da fé no Filho. Perseverar neste propósito o fará participantes deste Nação Santa, povo Eleito. Pense nisto.
Boa Terça
II João 1.9 Almeida Revista e Atualizada (www.sbb.org.br)
II Carta de João (Acima da Lei, é possível?)
Em certo filme que vi, tive uma melhor impressão sobre a superficialidade no relacionamento que melhor se define com a palavra “cumplicidade”. Noutra oportunidade disse que “eu” sempre associo cumplicidade aos maus, e que se contrapõe ao sentido prático da palavra “amizade”.
Era um filme que se passava na penitenciaria onde o contexto ressaltava a rivalidade entre os diferentes grupos (gangues). Até os policiais “ali naquela história”, são se mantinham (perseveravam) na lei. Na visão deles (policiais) suas regras era uma “lei aperfeiçoada”, ou seja, eles estavam acima da lei. Em sua opinião, que nome se dá àqueles que “aperfeiçoam” a lei e que geralmente o fazem em beneficio próprio? Para mim só tem um nome: criminoso, fora da lei!
Algo que ficou claro também é que perseverar, seguir até o fim revela quem faz parte ou não, se pertence ao grupo idealizador ou não. Percebe? Até mesmo entre os maus isso pode ser constatado. No filme, um dos policiais (com crise de consciência), arruma a desculpa de ir para a biblioteca quando em um momento da execução de um detento. Ele outras palavras ele disse: “não farei parte disso”. Ele não permaneceu no mal, ele não perseverou naquele propósito.
Não quero dizer que este gesto o inocenta dos outros crimes cometidos, apenas demonstro que a perseverança revela o verdadeiro participante.
O Senhor Deus disse: “Se o Meu povo, que se chama pelo Meu Nome...”. Observe que Deus mostra que tem seguidores fiéis. E segue dizendo: “... [o povo de Deus] me buscar de todo o coração, Eu os ouvirei e os [socorrerei]...”
Hoje é tempo de endireitar os seus caminhos, se reconciliar com o Pai através da fé no Filho. Perseverar neste propósito o fará participantes deste Nação Santa, povo Eleito. Pense nisto.
Boa Terça
31 de ago. de 2009
“E agora, querida Senhora, eu lhe peço que nos amemos uns aos outros. Não lhe dou um mandamento novo, mas o mesmo que temos tido desde o começo. Esse amor quer dizer isto: viver uma vida de obediência aos mandamentos de Deus. Como vocês ouviram desde o começo, o mandamento é este: continuem a amar uns aos outros”.
II João 1.5-6 NTLH (www.sbb.org.br)
II Carta de João (Cumprindo a Meta!)
Recentemente apresentou, na empresa onde trabalho, um plano de remuneração variável! Dezenas de colaboradores ansiosos por ver uma oportunidade de aumentar a renda mensal. Infelizmente o plano não foi bem aceito, eu fui um dos insatisfeitos. Apesar da “frustração”, fiquei por imaginar quem é que quer levar mais vantagem nesta relação: empregador ou empregado?
O plano basicamente mede cumprimento de metas cuja base de calculo é o relacionamento do colaborador (no atendimento) e o cliente. Manter o foco nas metas (obediência) seria buscar a qualidade continua. Assim, perseverar neste propósito seria “vestir a camisa”, é verdadeiramente permanecer na Empresa, é fazer parte da equipe. Mas a pergunta que ainda fica é: Quem ganha mais nesta relação (empregador x empregado)? Ou em sua opinião ambos ganham a mesma coisa? Como avaliar a relação empregador x empregado?
No versículo de hoje verificamos uma relação que é perfeita! Não diria que é perfeita por que todos ganham, mas é perfeita porque o resultado (independente do qual seja) sempre traz Paz indescritível.
A meta na relação com o próximo tem como instrumento de execução o Amor de Deus, que é derramado em nossos corações através de Cristo Jesus. Esse amor é tangível, palpável, quando seguimos em obediência os ensinos do Mestre. Seguir esse Caminho é vestir a camisa da reconciliação como Pai, é o fruto da verdadeira união com Cristo Jesus.
Você já sabe que é vontade de Deus amar o seu próximo, mas será que tem cumprido com essa “meta”? Verifique onde está a sua obediência! Persevere em obedecer a Deus e Ele estará em você. Pense nisto.
Boa Segunda
II João 1.5-6 NTLH (www.sbb.org.br)
II Carta de João (Cumprindo a Meta!)
Recentemente apresentou, na empresa onde trabalho, um plano de remuneração variável! Dezenas de colaboradores ansiosos por ver uma oportunidade de aumentar a renda mensal. Infelizmente o plano não foi bem aceito, eu fui um dos insatisfeitos. Apesar da “frustração”, fiquei por imaginar quem é que quer levar mais vantagem nesta relação: empregador ou empregado?
O plano basicamente mede cumprimento de metas cuja base de calculo é o relacionamento do colaborador (no atendimento) e o cliente. Manter o foco nas metas (obediência) seria buscar a qualidade continua. Assim, perseverar neste propósito seria “vestir a camisa”, é verdadeiramente permanecer na Empresa, é fazer parte da equipe. Mas a pergunta que ainda fica é: Quem ganha mais nesta relação (empregador x empregado)? Ou em sua opinião ambos ganham a mesma coisa? Como avaliar a relação empregador x empregado?
No versículo de hoje verificamos uma relação que é perfeita! Não diria que é perfeita por que todos ganham, mas é perfeita porque o resultado (independente do qual seja) sempre traz Paz indescritível.
A meta na relação com o próximo tem como instrumento de execução o Amor de Deus, que é derramado em nossos corações através de Cristo Jesus. Esse amor é tangível, palpável, quando seguimos em obediência os ensinos do Mestre. Seguir esse Caminho é vestir a camisa da reconciliação como Pai, é o fruto da verdadeira união com Cristo Jesus.
Você já sabe que é vontade de Deus amar o seu próximo, mas será que tem cumprido com essa “meta”? Verifique onde está a sua obediência! Persevere em obedecer a Deus e Ele estará em você. Pense nisto.
Boa Segunda
30 de ago. de 2009
“Eu fiquei muito feliz quando soube que alguns dos seus filhos vivem de acordo com a Verdade, como o Pai nos mandou viver”.
II João 1.4 NTLH (www.sbb.org.br)
II Carta de João (A satisfação do pai!)
Tenho um amigo, grande amigo, que juntamente com sua esposa adotaram treze crianças ao longo dos anos. Na medida de suas condições, se dispunham a adoção! Eu tive a oportunidade de entrevistá-lo e ele compartilhou algumas coisas comigo sobre essa incrível iniciativa. O que mais me chamou a atenção é que eles nunca escolheram criança alguma, eles sempre acolhiam aquela que lhes era apresentada. Louvo a Deus pela iniciativa e os esforços deste casal. Fico por imaginar como é cuidar de treze!
Hoje recordando essa história, fiquei por imaginar como e sobre quais condições ele diria: “Estou contente, porque esses estão encaminhados na vida (senão todos)”. Com uma pequena investigação sobre isso, descobri que o julgamento destes fantásticos pais não se dá pelo status social atingido, mas pelos que voluntariamente se voltam para o Senhor atraídos pelo amor e não pela tradição. Essa é a percepção que anima esses pais. Interessante não é?
Tenho certeza que a essência de tal alegria é a mesma expressada pelo apóstolo João no versículo de hoje. Palavras de quem ama, de quem tem consciência do valor de uma vida, de quem deu o melhor de si, e que no caso de João, foi apresentar o Senhor Jesus de todas as formas com todas as suas forças.
O destinatário do contexto talvez seja a igreja e seus membros quando diz “senhora eleita e seus filhos”. Mas seja família, seja igreja, a aplicação é a mesma! Assim, ver o membro ou o filho permanecer ou perseverar nos caminhos ensinados, é alegria indescritível. Vê-los seguir nos Caminhos do Senhor, é ver os esforços sendo verdadeiramente recompensados.
Com expectativas do gênero, o Pai (o Senhor Deus), cuida de você diariamente, pois enviou o próprio Filho em seu favor, porque deseja vê-lo no caminho sobre modo excelente. Por amor Ele lhe deu a verdadeira liberdade. Como você usa essa liberdade? Será que o Pai tem alegria com o seu modo de vida? Pense nisto.
Boa S e x t a
II João 1.4 NTLH (www.sbb.org.br)
II Carta de João (A satisfação do pai!)
Tenho um amigo, grande amigo, que juntamente com sua esposa adotaram treze crianças ao longo dos anos. Na medida de suas condições, se dispunham a adoção! Eu tive a oportunidade de entrevistá-lo e ele compartilhou algumas coisas comigo sobre essa incrível iniciativa. O que mais me chamou a atenção é que eles nunca escolheram criança alguma, eles sempre acolhiam aquela que lhes era apresentada. Louvo a Deus pela iniciativa e os esforços deste casal. Fico por imaginar como é cuidar de treze!
Hoje recordando essa história, fiquei por imaginar como e sobre quais condições ele diria: “Estou contente, porque esses estão encaminhados na vida (senão todos)”. Com uma pequena investigação sobre isso, descobri que o julgamento destes fantásticos pais não se dá pelo status social atingido, mas pelos que voluntariamente se voltam para o Senhor atraídos pelo amor e não pela tradição. Essa é a percepção que anima esses pais. Interessante não é?
Tenho certeza que a essência de tal alegria é a mesma expressada pelo apóstolo João no versículo de hoje. Palavras de quem ama, de quem tem consciência do valor de uma vida, de quem deu o melhor de si, e que no caso de João, foi apresentar o Senhor Jesus de todas as formas com todas as suas forças.
O destinatário do contexto talvez seja a igreja e seus membros quando diz “senhora eleita e seus filhos”. Mas seja família, seja igreja, a aplicação é a mesma! Assim, ver o membro ou o filho permanecer ou perseverar nos caminhos ensinados, é alegria indescritível. Vê-los seguir nos Caminhos do Senhor, é ver os esforços sendo verdadeiramente recompensados.
Com expectativas do gênero, o Pai (o Senhor Deus), cuida de você diariamente, pois enviou o próprio Filho em seu favor, porque deseja vê-lo no caminho sobre modo excelente. Por amor Ele lhe deu a verdadeira liberdade. Como você usa essa liberdade? Será que o Pai tem alegria com o seu modo de vida? Pense nisto.
Boa S e x t a
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