22 de out. de 2009

“Contudo, tenham cuidado para que o exercício da liberdade de vocês não se torne uma pedra de tropeço para os fracos”

I Coríntios 8.9 NVI (Nova Versão Internacional)


I Carta aos Coríntios (Liberdade minha ou sua?)


Será que há algumas coisas que podem ser certas para uns e erradas para outras? Por incrível que pareça, às vezes sim! Você já notou o quanto é fácil aplicar um mandamento na vida do outros? Geralmente os erros só ficam claros quando são “os outros” que o praticam! “Se eu fizer não é errado, mas se for você...”


É certo que facilmente podemos notar muitas diferenças ideológicas entre as comunidades cristãs. Também é certo que facilmente tecemos uma série de julgamentos quando estamos no convívio de nossos trabalhos, escolas, família, e por ai vai! Chegamos a ser “pedra de tropeço” para pessoas, que de certa forma pertencem ao nosso círculo de convívio. Imagine então como reagimos com aqueles que não pertencem e, conseqüentemente, não partilham da maioria de nossos princípios! Será que tal comportamento agrada o Senhor?

Para alguns a consciência se sente livre para certas práticas, para outros já há considerável peso. Como reagir a essa desigualdade sem ser um “tropeço” na vida do meu próximo? Quais são os parâmetros, já que até mesmo no exercício de minha liberdade eu posso levar meu próximo a pecar?

O apóstolo Paulo deixou-nos diversos ensinos sobre a tolerância que devemos ter para com os fracos na fé. Ele mesmo ressaltou que todos somos “pecadores” e igualmente carentes da misericórdia de Deus. Uma vez que estamos conscientes de nossas fraquezas e da necessidade da Graça de Deus, reavaliamos nossa liberdade em função de nosso próximo.

O peso da culpa é terrível! E Paulo mostrava que nossos comportamentos precisam levar em conta a influência que exercemos sobre as outras pessoas. No contexto de hoje, alguns se davam a certas ocasiões e não observavam que outros seguiam seus exemplos. Ter cuidado e zelo para com o nosso próximo é uma das formas de mostrar a nossa gratidão a Deus e manifestar a transformação que Ele produz em nós! Pense nisto e verdadeiramente “ame ao seu próximo”.


Boa Quinta

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