27 de ago. de 2009

“O ancião à senhora eleita e a seus filhos, aos quais amo na verdade e não somente eu, mas também todos os que têm conhecido a Verdade, por amor da Verdade que está em nós e para sempre estará conosco”.

II João 1.1-2 Almeida Revista e Corrigida (www.sbb.org.br)



II Carta de João (O que nos une?)



Você sabe a diferença entre amizade e cumplicidade? Já ouvi muitos dizerem que entre os casais (maridos e esposas) há uma cumplicidade. Alguns ainda dizem que “deve” existir tal condição entre os cônjuges. Você já ouviu isso? É a favor ou contra?



Eu não gosto da palavra cumplicidade. Até entendo o propósito dos que a usam nesta ocasiões, mas resumo minha visão sobre ser cúmplice dizendo a seguinte afirmação: “Cumplicidade existe entre os maus, sendo que entre os bons existe amizade”.



Como todo filme sobre presídio, você vê bem o que ser cúmplice. Há uma relação de confiança pautada na dívida, porém ressalta a fragilidade do compromisso entre os envolvidos! Já a amizade tem base no amor. A verdadeira amizade lança fora o egoísmo e sempre decide em função daquilo que pensa ser melhor para o outro e não somente para si mesmo. Eu prefiro dizer que há uma grande “amizade” entre mim e minha esposa!



O apóstolo João escreve àquela família (ou igreja) e inicia ressaltando o amor que os une! Uma estreita amizade que lança fora o medo e deixa sempre a disposição o ombro amigo, o consolo para o tempo certo. E João compartilha tal afeto conforme aprendeu com o Mestre e Senhor Jesus Cristo. Permanecer nEle é seguir seus passos. Ele amou o mundo e deu a vida para que “todos” fossem salvos. Cristo é o amigo certo, inclusive nas horas incertas. O amor de Deus une você a alguém? Pense nisto.



Boa Quinta

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