“Confesso-te, porém, que adoro o Deus de nossos antepassados como seguidor do Caminho, a que chamam seita. Creio em tudo o que concorda com a Lei e no que está escrito nos Profetas”.
Atos 24.14
Sabia que nossa legislação penal concede alguns privilégios àqueles que confessam seus crimes? Provavelmente esse é o “maior motivo” que levam alguns a confessarem suas atitudes! Minhas peripécias, quando criança, levava minha mãe e meu pai a assumirem posturas rígidas, eu me sentia com que em um julgamento (lembre-se que essa é a visão de quem apanhava)! Ali sempre havia a busca da confissão, a não ser quando a culpa já era consideravelmente clara. Mas como era difícil confessar, apesar dos pesares!
Hoje, pensando no assunto, consigo concluir que minhas grandes dificuldades em admitir ter “pisado na bola” eram por manter o foco na “pena”. Não tenho a menor dúvida do valor daquelas exigências de meus pais, pois sempre me levavam à responsabilidade, mas como era terrível ter a atitude de “confessar a falta”.
Essa simples reflexão me ajudou a perceber que a confissão (falo do arrependimento), só nos custa muito quando o ego fala mais alto. “Isso é humilhante”, “vai me atingir”, “isso vai doer”. São pensamentos assim que nos afastam de assumir as nossas responsabilidades como cristãos seguindo o caminho do arrependimento!
Na condição do apóstolo Paulo, verificamos que mesmo sobre o perigo de morte, ele não hesitava em provar as suas convicções no Senhor Jesus. Observe que ele não contemplava a “pena” que lhe aguardava (no que compete a homens), mas desfrutava de uma boa consciência nos resultados desta confissão diante de Deus.
Seguramente suas convicções em Deus são provadas diariamente, mas como é que você se sai? Será que a “pena” da vergonha (ou algo parecido) te impede de se arrepender? É certo que muitos realmente sofrem uma notória perseguição, mas nem isso justifica a infidelidade, a desobediência. “Importa-nos obedecer a Deus”!
Meu amigo, confessar o Senhor Jesus é decidir ter uma vida com Deus. Isso não é sinônimo de vida fácil, mas é a garantia de uma comunhão com o Pai. Tire os olhos da “pena” e contemple a salvação que aguarda aqueles que confessam, em suas vidas, que Jesus é O único e suficiente Senhor e Salvador de todo aquele que crê. Pense nisto.
Boa Terça
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