“Os seus vizinhos e as pessoas que costumavam vê-lo pedindo esmola perguntavam: — Não é este o homem que ficava sentado pedindo esmola?”
João 8.47 NTLH (www.sbb.org.br)
Evangelho de João (Maior Milagre!)
Durante a semana freqüentemente almoço com os amigos, pessoal do local onde trabalho. Quase todos os dias fazemos o mesmo caminho até o restaurante. Em certa altura do caminho era comum ver um jovem maltrapilho deitado em um banco de praça e ao seu lado algumas roupas velhas e um cobertor também muito velho. O víamos sempre ali, no mesmo lugar.
Ultimamente já não o víamos mais deitado, mas estava sentado e lendo uma Bíblia. Fiquei surpreso e animado com o que vi. Até que um dia, para maior surpresa, comecei a entender o que estava acontecendo, pois vi um colega de trabalho evangelizando aquele jovem. Visualmente falando, ainda não víamos nada de diferente, nem mesmo na aparência física, aparentemente ele continuava o mesmo. Mas algo já estava acontecendo.
Algum tempo se passou e a última vez que vimos aquele jovem, foi bem marcante. Ele agora não estava mais sentando ou deitado em um banco, mas ele caminha para algum lugar. Não era mais maltrapilho, pois estava bem arrumado, com cabelo cordado e tudo mais! E o que me impressionou não foi essa mudança na aparência, mas a reação de meus amigos: “O que será que aconteceu com ele?”. A visão era de certa forma inacreditável!
Hoje, lendo o texto e vendo a reação daqueles judeus quando viram um “ex-cego” de nascença, lembre-me da situação com meus amigos. Jesus curou um homem da cegueira, porém ninguém compreendia e, de certa forma, não aceitavam aquela “transformação”. “Como pode alguém mudar assim?”, é o que muitos diriam!
Você consegue discernir sobre o que realmente é resultado de uma ação de Deus? E como você reage diante do milagre da salvação? Saiba que Deus quer lhe dar nova visão! Não é simplesmente para você ser uma pessoa melhor, mas para ser uma testemunha viva de Cristo Jesus. Não há maior milagre do que esse, o da salvação para a Vida Eterna. Pense nisto.
Boa Quinta
2 de out. de 2008
1 de out. de 2008
ESTRELA

Há de surgir
Uma estrela no céu
Cada vez que você sorrir
Há de apagar
Uma estrela no céu
Cada vez que você chorar
O contrário também
Bem que pode acontecer
De uma estrela brilhar
Quando a lágrima cair
Ou então
De uma estrela cadente se jogar
Só pra ver
A flor do seu sorriso se abrir
Hum!
Deus fará
Absurdos
Contanto que a vida
Seja assim
Sim
Um altar
Onde a gente celebre
Tudo o que Ele consentir
A Ele toda a honra e toda a glória!
“Eu não busco a Minha glória; há Quem a busque e julgue.”
João 8.50 Almeida Revista e Corrigida (www.sbb.org.br)
Evangelho de João (A Ele toda a honra e toda a glória!)
Recentemente tivemos a oportunidade de acompanhar mais uma temporada de Olimpíadas. Os mais afortunados, presencialmente, e os demais acompanharam através dos noticiários. Cada temporada é mais cheia de esplendor do que a anterior. Os organizadores se superam!
Nas olimpíadas vemos momentos de alegria e momento de tristeza, momentos de ansiedade e insegurança e momento de convicção e grande confiança. Mas a grande pergunta que me ocorre a cada atleta que vejo subir no pódio é: “Pra quem é a medalha que ele acabou de conquistar?”. Alguns dos que observamos é claro o objetivo, mas é difícil ter a idéia do verdadeiro propósito de todo aquele empenho. Enfim, a glória é para o país ou é para si próprio? Consegue dizer?
A vaidade seguramente é o espinho na carne do homem em minha opinião! O propósito inicial, de modo geral, realmente é um desejo de representar a nação, o país, mas à medida que crescem na carreira, que vêem seus nomes circulando pra todo lado na mídia, aquele “espinhozinho” começa a agir e o “eu” assume o lugar do país. Logicamente existem os atletas realmente comprometidos, mas há uma boa porcentagem que está ali para representar a si próprio. Consegue distinguir entre um e outro?
A Bíblia nos ensina que todo “bom” atleta em tudo se domina, Paulo quando disse isso pretendia fazer uma metáfora a respeito do cristão. Mas é em Cristo Jesus que vemos o exemplo completo de entrega e renuncia de Si. Jesus, no contexto do versículo de hoje, discutia com os judeus a respeito de Seu propósito e Ele ressalta veementemente que Ele estava ali para representar o Pai que não tinha a menor preocupação com a Sua própria glória, porque tinha a plena convicção que a Sua exaltação estava sujeito à vontade do Senhor Deus.
Quantas vezes agimos de forma a satisfazer a nós mesmos, ainda que o resultado seja apenas uns “tapinhas nas costas”? Freqüentemente estamos prontos para nos promover e esquecemos-nos dAquele que nos enviou, que nos colocou ali onde estamos. O que você faz, você o faz para si mesmo? “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (I Coríntios 10.31). Pense nisto.
Boa Quarta
João 8.50 Almeida Revista e Corrigida (www.sbb.org.br)
Evangelho de João (A Ele toda a honra e toda a glória!)
Recentemente tivemos a oportunidade de acompanhar mais uma temporada de Olimpíadas. Os mais afortunados, presencialmente, e os demais acompanharam através dos noticiários. Cada temporada é mais cheia de esplendor do que a anterior. Os organizadores se superam!
Nas olimpíadas vemos momentos de alegria e momento de tristeza, momentos de ansiedade e insegurança e momento de convicção e grande confiança. Mas a grande pergunta que me ocorre a cada atleta que vejo subir no pódio é: “Pra quem é a medalha que ele acabou de conquistar?”. Alguns dos que observamos é claro o objetivo, mas é difícil ter a idéia do verdadeiro propósito de todo aquele empenho. Enfim, a glória é para o país ou é para si próprio? Consegue dizer?
A vaidade seguramente é o espinho na carne do homem em minha opinião! O propósito inicial, de modo geral, realmente é um desejo de representar a nação, o país, mas à medida que crescem na carreira, que vêem seus nomes circulando pra todo lado na mídia, aquele “espinhozinho” começa a agir e o “eu” assume o lugar do país. Logicamente existem os atletas realmente comprometidos, mas há uma boa porcentagem que está ali para representar a si próprio. Consegue distinguir entre um e outro?
A Bíblia nos ensina que todo “bom” atleta em tudo se domina, Paulo quando disse isso pretendia fazer uma metáfora a respeito do cristão. Mas é em Cristo Jesus que vemos o exemplo completo de entrega e renuncia de Si. Jesus, no contexto do versículo de hoje, discutia com os judeus a respeito de Seu propósito e Ele ressalta veementemente que Ele estava ali para representar o Pai que não tinha a menor preocupação com a Sua própria glória, porque tinha a plena convicção que a Sua exaltação estava sujeito à vontade do Senhor Deus.
Quantas vezes agimos de forma a satisfazer a nós mesmos, ainda que o resultado seja apenas uns “tapinhas nas costas”? Freqüentemente estamos prontos para nos promover e esquecemos-nos dAquele que nos enviou, que nos colocou ali onde estamos. O que você faz, você o faz para si mesmo? “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (I Coríntios 10.31). Pense nisto.
Boa Quarta
30 de set. de 2008
Ouvir a Palavra de Deus!
“Quem pertence a Deus ouve as Palavra de Deus. O motivo porque não ouvis é que não pertenceis a Deus”
João 8.47 Thompson (Contemporânea)
Evangelho de João (Ouvir a Palavra de Deus!)
Através da Bíblia aprendemos que é mais do que feliz o filho que honra o pai e a mãe! Você concorda com isso? Não estou falando de uma simples ocasião ou outra, mas de uma honra resultante do estilo de vida. O que você entende a respeito desta honra?
A honra aqui está no resultado do estilo de vida que esse filho leva, mas vale ressaltar que não necessariamente estes resultados são frutos de uma criação, ou de uma educação, pelos pais. A Bíblia não fala que devemos buscar honrar somente os bons pais, mas ela fala que devemos honrar independentemente de como se deu o relacionamento “pais versus filhos” nos anos anteriores.
No melhor dos mundos, pais responsáveis se aplicam no desenvolvimento do filho e alguns destes pais, mais tarde, têm o privilégio de ver os frutos na vida do filho. Infelizmente tanto a causa como o resultado não são comportamentos freqüentes nos dias de hoje. Neste último exemplo, o que vemos é o filho renunciando seu titulo (de filho) e seguindo algo que julga ser impar, ou melhor, que nada tem a ver com os pais. Há então uma rebeldia, uma afronta aos pais diante de tudo que já fizeram. Triste, mas e a vida com Deus, tem algo de semelhante?
Jesus perseverava em apresentar a Verdade que liberta, mas aqueles que se diziam conhecedores de Deus, não viam o Pai através do Filho. O Filho honrava o Pai a cada instante de Sua vida, mas o público da época não concebia que um “Homem” fosse capaz de apresentar o Pai ao longo de Sua vida.
Assim como o filho que busca a cada dia seguir nos caminhos que os pais o ensinou, que tem prazer em permanecer no ensino deles, assim é o verdadeiro cristão, o verdadeiro adorador. Esse filho se apresenta como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus! Ele não toma a forma deste mundo, mas se renova a cada dia e segue em uma vida que honra o Pai. Enfim, a sua vida honra a Deus? Pelo menos você busca apresentar-se como ouvinte fiel? Avalie agora mesmo se você realmente ouve a Palavra de Deus. Pense nisto.
Boa Terça
João 8.47 Thompson (Contemporânea)
Evangelho de João (Ouvir a Palavra de Deus!)
Através da Bíblia aprendemos que é mais do que feliz o filho que honra o pai e a mãe! Você concorda com isso? Não estou falando de uma simples ocasião ou outra, mas de uma honra resultante do estilo de vida. O que você entende a respeito desta honra?
A honra aqui está no resultado do estilo de vida que esse filho leva, mas vale ressaltar que não necessariamente estes resultados são frutos de uma criação, ou de uma educação, pelos pais. A Bíblia não fala que devemos buscar honrar somente os bons pais, mas ela fala que devemos honrar independentemente de como se deu o relacionamento “pais versus filhos” nos anos anteriores.
No melhor dos mundos, pais responsáveis se aplicam no desenvolvimento do filho e alguns destes pais, mais tarde, têm o privilégio de ver os frutos na vida do filho. Infelizmente tanto a causa como o resultado não são comportamentos freqüentes nos dias de hoje. Neste último exemplo, o que vemos é o filho renunciando seu titulo (de filho) e seguindo algo que julga ser impar, ou melhor, que nada tem a ver com os pais. Há então uma rebeldia, uma afronta aos pais diante de tudo que já fizeram. Triste, mas e a vida com Deus, tem algo de semelhante?
Jesus perseverava em apresentar a Verdade que liberta, mas aqueles que se diziam conhecedores de Deus, não viam o Pai através do Filho. O Filho honrava o Pai a cada instante de Sua vida, mas o público da época não concebia que um “Homem” fosse capaz de apresentar o Pai ao longo de Sua vida.
Assim como o filho que busca a cada dia seguir nos caminhos que os pais o ensinou, que tem prazer em permanecer no ensino deles, assim é o verdadeiro cristão, o verdadeiro adorador. Esse filho se apresenta como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus! Ele não toma a forma deste mundo, mas se renova a cada dia e segue em uma vida que honra o Pai. Enfim, a sua vida honra a Deus? Pelo menos você busca apresentar-se como ouvinte fiel? Avalie agora mesmo se você realmente ouve a Palavra de Deus. Pense nisto.
Boa Terça
29 de set. de 2008
Permanência no pecado!
“Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado”
João 8.34 NTLH (www.sbb.org.br)
Evangelho de João (Permanência no pecado!)
Recentemente saiu nos noticiários a respeito da apreensão de um carro que tinha mais de três milhões em multas acumuladas. O carro recebeu cerca de novecentas multas em período de cinco anos! As multas são de excesso de velocidade, desrespeito ao rodízio e a semáforo vermelho. Você diria que o condutor deste veículo (que foi uma única pessoa) acumulou essas multas acidentalmente?
É do conhecimento de todos que para adquirir a habilitação (CNH) é necessária comprovação de no mínimo conhecimentos de sinais de trânsito e um básico de direção defensiva. A pena básica por infrações é o que conhecemos como “multa”. Mas será que esse “infrator” realmente sabia de sua obrigação como motorista “habilitado”?
Seguramente ele sabia! Não é possível alegar inocência (ou ignorância) a esse respeito. Essa permanência no “erro” agrava a situação, veja que se passaram cinco anos para chegar aonde chegou. Como pode alguém com “conhecimento da lei” ainda assim insistir no erro?
O versículo de hoje explica muito bem o que acontece! A permanência no pecado transforma o pecador em escravo. Para aquele “infrator” já era natural ignorar os limites no trânsito. Mas o que essa história tem a ver comigo e com você? Tudo! Tem tudo a ver conosco!
Jesus falava da verdadeira liberdade, a liberdade para fazer o que é certo. E neste ponto Ele ressalta que a vida de pecado se deve a escravidão que esta o impõe! Parece até necessidade física. É como um vicio, onde o viciado se sacia na repetição, que cada vez fica mais freqüente e natural.
Jesus Cristo morreu naquela cruz para tivéssemos alternativa. Antes deste acontecimento, o pecado nos separava indefinidamente do Amor de Deus. E agora com essa Alternativa, a Graça de Deus, mediante a fé em Cristo, nos justifica (tornar justo), e nos reconcilia ao Pai. Esse amor me constrange a continuar como um “infrator”, sinto vergonha em continuar com um vida de pecado. Será o pecado não o tem escravizado? No dia-a-dia, você consegue andar segundo o coração de Deus? Não seja um “infrator” de carteirinha. Lembre-se, Jesus está à porta e só entrará se for convidado. Pense nisto.
Boa Segunda
João 8.34 NTLH (www.sbb.org.br)
Evangelho de João (Permanência no pecado!)
Recentemente saiu nos noticiários a respeito da apreensão de um carro que tinha mais de três milhões em multas acumuladas. O carro recebeu cerca de novecentas multas em período de cinco anos! As multas são de excesso de velocidade, desrespeito ao rodízio e a semáforo vermelho. Você diria que o condutor deste veículo (que foi uma única pessoa) acumulou essas multas acidentalmente?
É do conhecimento de todos que para adquirir a habilitação (CNH) é necessária comprovação de no mínimo conhecimentos de sinais de trânsito e um básico de direção defensiva. A pena básica por infrações é o que conhecemos como “multa”. Mas será que esse “infrator” realmente sabia de sua obrigação como motorista “habilitado”?
Seguramente ele sabia! Não é possível alegar inocência (ou ignorância) a esse respeito. Essa permanência no “erro” agrava a situação, veja que se passaram cinco anos para chegar aonde chegou. Como pode alguém com “conhecimento da lei” ainda assim insistir no erro?
O versículo de hoje explica muito bem o que acontece! A permanência no pecado transforma o pecador em escravo. Para aquele “infrator” já era natural ignorar os limites no trânsito. Mas o que essa história tem a ver comigo e com você? Tudo! Tem tudo a ver conosco!
Jesus falava da verdadeira liberdade, a liberdade para fazer o que é certo. E neste ponto Ele ressalta que a vida de pecado se deve a escravidão que esta o impõe! Parece até necessidade física. É como um vicio, onde o viciado se sacia na repetição, que cada vez fica mais freqüente e natural.
Jesus Cristo morreu naquela cruz para tivéssemos alternativa. Antes deste acontecimento, o pecado nos separava indefinidamente do Amor de Deus. E agora com essa Alternativa, a Graça de Deus, mediante a fé em Cristo, nos justifica (tornar justo), e nos reconcilia ao Pai. Esse amor me constrange a continuar como um “infrator”, sinto vergonha em continuar com um vida de pecado. Será o pecado não o tem escravizado? No dia-a-dia, você consegue andar segundo o coração de Deus? Não seja um “infrator” de carteirinha. Lembre-se, Jesus está à porta e só entrará se for convidado. Pense nisto.
Boa Segunda
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