“Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça”
João 7.24 Almeida Revista e Atualizada (www.sbb.org.br)
Evangelho de João (Ouvir e Julgar com retidão!)
Você já ouviu falar de Caim e Abel? Para mim é uma história muito interessante, podemos extrair dali importantes lições! Uma opinião que consegui tirar daquela historia é que geralmente a “inveja” escolhe os mais fracos para desabafar! Porque Caim não intentou contra Deus ao invés de fazê-lo contra seu irmão Abel? Já fica claro que de alguma forma em Caim existia um senso de culpa pela rejeição de Deus pela sua oferta.
A inveja é como um câncer, pois vai destruindo o homem de dentro para fora. A raiva de Caim foi tão latente que ele não deu ouvidos à Voz de Deus. O Senhor o alertou sobre o sentimento que o dominava! É assim que o pecado age no homem. Primeiramente provoca cegueira e depois o envolve em infinitas cadeias. É terrível!
Deus procurou salvar Caim antes que o pior acontecesse e Jesus também dá semelhante alerta àqueles religiosos. Jesus ressalta o sentimento que dominava aqueles corações! Quantas vezes o Senhor o alertou a respeito de alguma coisa, porém você não deu ouvidos à voz do Espírito Santo?
É certo que muitos consideram que não se deixam dominar por sentimentos malignos, porém vivem um ritmo desregrado e longe de Cristo Jesus. Mas há aqueles que estão sensíveis à Palavra de Deus e conseguem mudar de direção seguindo uma rota mais tranqüila. Essa pessoas são bem diferentes daqueles religiosos, os “doutores”, que exigiam de Jesus certas atitudes (meros ritos), mas não consideravam seus próprios desvios.
Por um lado aprendemos que a voz do Senhor aponta para uma vida saudável, abundante, aponta para a vida Eterna com Ele. E por outro lado, que os julgamentos que fazemos “devem” primeiramente ter eco em nossas próprias vidas. O resumo para você pensar neste dia é que “quem primeiramente ouve o Senhor, julga com justiça”! Pense nisto.
Boa Quinta
18 de set. de 2008
16 de set. de 2008
Tenha paciência!
“Disse-lhes, pois, Jesus: Ainda não é chegado o Meu tempo, mas o vosso tempo sempre está pronto”
João 7.6 Almeida Corrigida (www.sbb.org.br)
Evangelho de João (Tenha paciência!)
Você já tomou alguma decisão precipitada? Decidir desta forma é não considerar todas as alternativas possíveis. É levar algo adiante sem conhecimento máximo a respeito do que o aguarda. Você já se precipitou alguma vez?
Geralmente só se descobre que houve precipitação quando algo dá errado. Porém, vale ressaltar, que nem tudo que dá errado é por que houve precipitação!
Houve um rei, citado na Bíblia, que se precipitou não aguardando as providencias de Deus e buscou praticas religiosas que o Senhor abominava. Devemos admitir que havia grande pressão e a ansiedade era bastante estimulada, mas isso não justifica a ação inconseqüente, precipitada.
Jesus já era odiado em algumas regiões e quando estava na Galiléia uma “indecorosa” idéia, apesar de lógica, propunha que Ele se apresentasse nestas regiões de risco e demonstrasse Seu poder. Jesus seria precipitado se acatasse a idéia imediatamente, porém sabiamente Ele responde: “O Meu tempo ainda não chegou...”. Percebe?
Tempo aqui significa sujeição total à vontade do Pai. Nem mesmo o “tempo” (as oportunidades) Jesus considerava como Suas, mas Ele esperava inteiramente em Deus. Bem sabemos, pelo final que conhecemos, que uma manifestação mais ousada de Cristo precederia Sua crucificação. Consegue observar o domínio próprio e a objetividade em cumprir com a vontade do Pai?
Aqui eu e você vemos o grande exemplo em não deixar-se levar pelo orgulho, pela arrogância, pela precipitação ou qualquer outra coisa do gênero. Será que as suas decisões no dia-a-dia são pautadas pelo tempo de Deus? Consegue aguardar? Pense nisto.
Boa Terça
João 7.6 Almeida Corrigida (www.sbb.org.br)
Evangelho de João (Tenha paciência!)
Você já tomou alguma decisão precipitada? Decidir desta forma é não considerar todas as alternativas possíveis. É levar algo adiante sem conhecimento máximo a respeito do que o aguarda. Você já se precipitou alguma vez?
Geralmente só se descobre que houve precipitação quando algo dá errado. Porém, vale ressaltar, que nem tudo que dá errado é por que houve precipitação!
Houve um rei, citado na Bíblia, que se precipitou não aguardando as providencias de Deus e buscou praticas religiosas que o Senhor abominava. Devemos admitir que havia grande pressão e a ansiedade era bastante estimulada, mas isso não justifica a ação inconseqüente, precipitada.
Jesus já era odiado em algumas regiões e quando estava na Galiléia uma “indecorosa” idéia, apesar de lógica, propunha que Ele se apresentasse nestas regiões de risco e demonstrasse Seu poder. Jesus seria precipitado se acatasse a idéia imediatamente, porém sabiamente Ele responde: “O Meu tempo ainda não chegou...”. Percebe?
Tempo aqui significa sujeição total à vontade do Pai. Nem mesmo o “tempo” (as oportunidades) Jesus considerava como Suas, mas Ele esperava inteiramente em Deus. Bem sabemos, pelo final que conhecemos, que uma manifestação mais ousada de Cristo precederia Sua crucificação. Consegue observar o domínio próprio e a objetividade em cumprir com a vontade do Pai?
Aqui eu e você vemos o grande exemplo em não deixar-se levar pelo orgulho, pela arrogância, pela precipitação ou qualquer outra coisa do gênero. Será que as suas decisões no dia-a-dia são pautadas pelo tempo de Deus? Consegue aguardar? Pense nisto.
Boa Terça
15 de set. de 2008
Sacrifício Vivo
“Então Ele perguntou aos doze discípulos: — Será que vocês também querem ir embora? Simão Pedro respondeu: — Quem é que nós vamos seguir? O Senhor tem as palavras que dão vida eterna!”
João 6.67-68 NTLH (www.sbb.org.br)
Evangelho de João (Sacrifício Vivo)
Quando se pensa em “opção” facilmente percebe-se que existem no mínimo duas possibilidades de decisão! Essa condição, de se ter “opção”, já é suficiente para nos dar uma idéia de liberdade. Vale ressaltar que essa liberdade (de escolha) não depende do resultado que cada escolha possa levar. Se pensarmos em alguém viciado em drogas, você diria que ele tem opção?
Para quem está fora do vicio, facilmente a resposta seria “sim”, mas sabemos (pelo menos na teoria e no bom senso) que o viciado “não tem” a liberdade para fazer o que é correto! Ele é prisioneiro do vicio. Somente um com muito sacrifício ele pode optar por abandonar a droga submetendo-se a um tratamento intensivo. Senão continuará como está até se destruir completamente. Sem o “devido tratamento”, ele não tem liberdade!
Semelhantemente ao viciado que não tem liberdade para fazer o que é correto, o pecador sem Cristo Jesus está completamente a mercê do seu vicio – pecar! E pecar é errar o alvo de Deus, é andar na contramão da vontade do Senhor, é se rebelar contra Ele, enfim, pecar é decidir pela a morte eterna a separação definitiva de Deus.
Jesus se apresentava ao povo judeu como o “pão da vida”, Aquele que veio do céu, o enviado de Deus. E quando disse que a independência do pecado só era possível com a morte, muitos se desapontaram e O abandonou, ou seja, não aceitaram a Sua Palavra, recusaram o Único Caminho.
Assim como para aquele viciado que não vê a casa de recuperação e o abandono definitivo das drogas como opção para mudar de vida, aqueles que não vêem Jesus Cristo como a única e suficiente oportunidade para andar com Deus, decidem por seguir no caminho da morte, da condenação!
Morte aqui significa a ausência da saúde, separação, ou melhor, como Pedro ressalta no versículo, é ficar sozinho e sem opção, completamente sujeito à ruína. Independência do pecado só é possível quando morrer o velho homem e ressurgir a nova criatura, é sacrifício vivo. Nascer de novo significa ver em Cristo a única opção para se reconciliar com Deus e andar com Ele, dia-a-dia. Será que você vê possibilidade de recuperação em Cristo Jesus? Sabia que é necessário dar o passo da fé. “...Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará”. Pense nisto.
Boa Segunda
João 6.67-68 NTLH (www.sbb.org.br)
Evangelho de João (Sacrifício Vivo)
Quando se pensa em “opção” facilmente percebe-se que existem no mínimo duas possibilidades de decisão! Essa condição, de se ter “opção”, já é suficiente para nos dar uma idéia de liberdade. Vale ressaltar que essa liberdade (de escolha) não depende do resultado que cada escolha possa levar. Se pensarmos em alguém viciado em drogas, você diria que ele tem opção?
Para quem está fora do vicio, facilmente a resposta seria “sim”, mas sabemos (pelo menos na teoria e no bom senso) que o viciado “não tem” a liberdade para fazer o que é correto! Ele é prisioneiro do vicio. Somente um com muito sacrifício ele pode optar por abandonar a droga submetendo-se a um tratamento intensivo. Senão continuará como está até se destruir completamente. Sem o “devido tratamento”, ele não tem liberdade!
Semelhantemente ao viciado que não tem liberdade para fazer o que é correto, o pecador sem Cristo Jesus está completamente a mercê do seu vicio – pecar! E pecar é errar o alvo de Deus, é andar na contramão da vontade do Senhor, é se rebelar contra Ele, enfim, pecar é decidir pela a morte eterna a separação definitiva de Deus.
Jesus se apresentava ao povo judeu como o “pão da vida”, Aquele que veio do céu, o enviado de Deus. E quando disse que a independência do pecado só era possível com a morte, muitos se desapontaram e O abandonou, ou seja, não aceitaram a Sua Palavra, recusaram o Único Caminho.
Assim como para aquele viciado que não vê a casa de recuperação e o abandono definitivo das drogas como opção para mudar de vida, aqueles que não vêem Jesus Cristo como a única e suficiente oportunidade para andar com Deus, decidem por seguir no caminho da morte, da condenação!
Morte aqui significa a ausência da saúde, separação, ou melhor, como Pedro ressalta no versículo, é ficar sozinho e sem opção, completamente sujeito à ruína. Independência do pecado só é possível quando morrer o velho homem e ressurgir a nova criatura, é sacrifício vivo. Nascer de novo significa ver em Cristo a única opção para se reconciliar com Deus e andar com Ele, dia-a-dia. Será que você vê possibilidade de recuperação em Cristo Jesus? Sabia que é necessário dar o passo da fé. “...Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará”. Pense nisto.
Boa Segunda
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